Sei que parecem idiotas
As rotas que eu traço
Mas tento traçá-las eu mesmo
E, se chego sempre atrasado
Se nunca sei que horas são
É porque nunca se sabe
Até que horas os relógios funcionarão
Sem dúvida a dúvida é um fato
Sem fatos não sai um jornal
Sem saída ficamos todos presos
Aqui dentro faz muito calor
Sempre parecem idiotas
As rotas que eu faço
Sempre tarde da noite
E se ando sempre apressado
Se nunca sei que horas são
É porque nunca se sabe
É porque nunca se sabe
Nem sempre faço o que é
Melhor pra mim
Mas nunca faço o que eu
Não tô afim de fazer
Nem sempre faço o que é
Melhor pra mim
Mas nunca faço o que eu
Não tô afim
Não quero perder a razão
Pra ganhar a vida
Nem perder a vida
Pra ganhar o pão
Não é que eu faça questão de ser feliz
Eu só queria que parassem
De morrer de fome a um palmo do meu nariz
Mesmo que pareçam bobagens
As viagens que eu faço
Eu traço meus rumos eu mesmo (a esmo)
E se nunca sei a quantas ando
Se ando sem direção
É porque nunca se sabe
É porque nunca se sabe
Nem sempre faço o que é melhor pra mim
Mas nunca faço o que eu
Não tô afim de fazer
Não viro vampiro, eu prefiro sangrar
Me obrigue a morrer
Mas não me peça pra matar, não!
Gessinger
domingo, 17 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Por Um Pouco de Paz
Cumpro a sentença e compenso o que a cela limita.
Peço licença de meu senso e me faço visita.
Me conto como está um antigo amigo inventado,
Confesso a saudade de estar comigo ao meu lado e
Tento cavar um túnel que me leve de volta
A tudo que me prendeu,
Sem saber ao certo se era eu naquele instante,
Diante da chance de roubar um pouco de paz,
Roubar um pouco de paz...preso por não ter sossego.
Sem recompensa, um clima tenso, a pena me irrita..
Mas não faz diferença, me convenço e cancelo a visita.
Me dou um bolo sem nenhum sabor,
Bolo um plano de fuga à prova de dor e
Tento cavar um túnel que me leve de volta
Ao mundo que me prendeu sem saber ao certo se era eu naquele instante,
Diante da chance de roubar um pouco de paz, roubar um pouco de paz.
Brigo pelo estopim de um motim, de uma fuga em massa
Uma rebelião qualquer que me devolva a graça
E o sol quadrado não aquece, já não amanhece o brilho que existia em meus olhos
Naquele instante,
Diante da chance de roubar um pouco de paz, roubar um pouco de paz, preso por não ter sossego
Jay Vaquer
To ouvindo, pensando e lendo muito...desculpe pelos ctrl-c ctrl-v.
Logo tomo vergonha na cara e volto a escrever.
Peço licença de meu senso e me faço visita.
Me conto como está um antigo amigo inventado,
Confesso a saudade de estar comigo ao meu lado e
Tento cavar um túnel que me leve de volta
A tudo que me prendeu,
Sem saber ao certo se era eu naquele instante,
Diante da chance de roubar um pouco de paz,
Roubar um pouco de paz...preso por não ter sossego.
Sem recompensa, um clima tenso, a pena me irrita..
Mas não faz diferença, me convenço e cancelo a visita.
Me dou um bolo sem nenhum sabor,
Bolo um plano de fuga à prova de dor e
Tento cavar um túnel que me leve de volta
Ao mundo que me prendeu sem saber ao certo se era eu naquele instante,
Diante da chance de roubar um pouco de paz, roubar um pouco de paz.
Brigo pelo estopim de um motim, de uma fuga em massa
Uma rebelião qualquer que me devolva a graça
E o sol quadrado não aquece, já não amanhece o brilho que existia em meus olhos
Naquele instante,
Diante da chance de roubar um pouco de paz, roubar um pouco de paz, preso por não ter sossego
Jay Vaquer
To ouvindo, pensando e lendo muito...desculpe pelos ctrl-c ctrl-v.
Logo tomo vergonha na cara e volto a escrever.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
A falta que a falta faz?
Você me quer bem
Quando eu tô legal
Te incomoda por quê?
Me faz bem
Pra jogar na cara
O que acabou de fazer
Me deprime, me derruba
E depois reza por mim
E o meu crime, apagar as velas antes do fim
Você começa esse jogo chato e eu acabo
Manda seu boeing na torre, não desabo
Desfila sua vida cor-de-rosa e eu caso
Com o diabo...
Na sua irônia burra, dou cabo
Meu bem, nem tô passando pires, nem babo
Enfia sua vida cor-de-rosa no rabo
Pro diabo...
Você não me conhece
Mas me ama pra sempre porque te convém
E desaparece
Se pinta outro atalho
Não sou mais ninguém
Me deprime, me derruba
E depois reza por mim
E o meu crime, apagar as velas antes do fim
...
Porque começar o ano bem é para os fracos.
Quando eu tô legal
Te incomoda por quê?
Me faz bem
Pra jogar na cara
O que acabou de fazer
Me deprime, me derruba
E depois reza por mim
E o meu crime, apagar as velas antes do fim
Você começa esse jogo chato e eu acabo
Manda seu boeing na torre, não desabo
Desfila sua vida cor-de-rosa e eu caso
Com o diabo...
Na sua irônia burra, dou cabo
Meu bem, nem tô passando pires, nem babo
Enfia sua vida cor-de-rosa no rabo
Pro diabo...
Você não me conhece
Mas me ama pra sempre porque te convém
E desaparece
Se pinta outro atalho
Não sou mais ninguém
Me deprime, me derruba
E depois reza por mim
E o meu crime, apagar as velas antes do fim
...
Porque começar o ano bem é para os fracos.
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