segunda-feira, 11 de julho de 2011

Você é doida demais, doida, muito doida. Você é doida demais!

Às vezes eu me acho muito neurótica, eu invento historias completas com trilha sonora para cada vez que isso acontece. Porque isso realmente me machuca, eu choro, eu ouço músicas para distrair, volto para o computador, vou pra TV e depois quando não tem mais saída e já são 4h da manhã me rendo ao Word.
Dizem que para escrever temos que estar no limite do sentimento e da emoção, seja ele qual for bom ou ruim, está aqui então o meu limite.

Fico pensando será que vou ser assim sempre com relação a você?
Porque, convenhamos, não é muito saudável para mim e nem vai ser legal para você os meus questionamentos sobre a sua noite, fotos, bebidas, conversas e essas coisas.
No fundo eu acho que o pensamento negativo e cheio de desconfiança que eu alimento é para me decepcionar amanhã quando você contar que não fez nada demais e que foi chato... é a minha proteção esperar pelo pior e aceitar o que vier.
Não quero ser assim sempre, mas não sei se consigo não ser por uma questão de histórico seguido de atitudes que não transpiram mudanças vindas de você.

Estou feliz com você com a relação madura em que eu discuto assuntos sérios sem que isso afete o carinho, está sendo algo muito construtivo para mim e acredito que para você também. Só que estamos naquele infeliz ponto em que ferramos com o presente pensando em como vai ser o futuro e temendo uma volta do passado que vive a assombrar, que belo pano de fundo para uma novela mexicana! A realidade é assim mesmo chata, cansativa, rotineira e você têm saudade, mas perde a disposição.

Então vamos pensar juntos temos duas saídas ou voltamos para o inicio ou modificamos o final, lembrando que a segunda opção requer empenho, vontade, aturar loucuras e uma relação em constante evolução.

Vamos escolher?